Eu só queria encontrar um equilíbrio naquela casa que nunca pareceu ser minha. Foram baldes de tintas coloridas, jogadas nas paredes pra tentar entrar no tom. Havia fotos grandes, pequenas, espalhada por todo espaço frio daquela casa gelada com lareira. Se você precisa marcar um território, está claro que não é seu, não é? O domínio daquele chão não me pertencia (será que existia mesmo um chão?). E o que não era meu, confundia, consumia porque vivia me espremendo e dizendo: aqui não é mais o seu lugar, mas fica. A verdade é que doía, sempre doeu.

6 comentários:
Não adianta maquiar sem mudar a excência, quando não estamos nos sentindo bem, só uma mudança radial nos faz melhorar.
Bjux
Olá Amiga...
As vezes a gente tem que se sujeitar a algumas coisas para aprender. Aprender o que convém, e também o que não convém. Porque, o aprendizado paga-se por ele, e se não for pago em dinheiro será pago através dos erros. Pode ser as vezes que de início alguma coisa estava satisfatória, uma vez que não existe sensatez no conteúdo da paixão, que sempre manifesta-se principalmente quando se está fragilizado.
Lis.
eu ainda não achei meu lugar no mundo...
otima mensagem, parecido com o que estou vivendo, Eu ainda me sinto um visitante aqui nesta nova casa,nesta nova cidade. "não vou me adapatar"
você escreve muito bem... vou acompanhar
Também tenho um blog, se puder e quiser entra lá.
beijo
Talvez dentre todos os lugares esse é/era o que mais faz(ia) sentido pra você.
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