Quero saber se podes ver beleza mesmo que ela não seja bonita todos os dias, e se podes buscar a origem da tua vida na presença de Deus, quero saber se podes viver com o fracasso, teu e meu e ainda, à margem de um lago, gritar para a lua prateada: Posso! Não me interessa onde moras ou quanto dinheiro tens. Quero saber se podes levantar-te após uma noite de sofrimento e desespero, cansado, ferido até aos ossos, e fazer o que tem de ser feito pelos filhos. Não me interessa saber quem és e como vieste parar aqui. Quero saber se ficarás comigo no meio do incêndio e não te acovardarás. Não me interessa saber onde, o quê, ou com quem estudaste. Quero saber o que te sustenta a partir de dentro, quando tudo o mais se desmorona. Quero saber se consegues ficar sozinho contigo mesmo e se, realmente, gostas da companhia que tens nos momentos vazios.
Jean Houston
4 comentários:
Posso (vejo). Posso (me encanta). Posso (vivo). Posso (mal espero para). Fico (umas vezes apagando, outras iniciando). Eu mesmo. Nem sempre.
Sempre uma boa pergunta...
Existem perguntas que fazemos pro outro mas que tb queremos fazer a nós mesmos, sobretudo no qto de força carregamos aqui dentro de nós, pq é sempre elas que é o unico nosso impulso pro adiantes, e a vida é feita com olhares em tudo no que estar por vir...né!
Um beijo flor
Erikah
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