Afinal, como é possível a alma ser sempre igual? E a gente nem quer que seja.
novembro 29, 2010
Carnes expostas
desejosas da furia carne que clama face com face a violência nua velada a humilhação na carne a dor do sangue a pulsação contínua de quem invade podres carnes expostas podres dores vãs fétido sangue em que se esvai
Quanta intensidade existe no sangue, na representação do vermelho, na carne. Quanto fervor em um só post, parabéns. Obrigada pela visita, volte sempre. Beijos.
7 comentários:
Uma coisa borderline. Interessante.
Quanta intensidade existe no sangue, na representação do vermelho, na carne.
Quanto fervor em um só post, parabéns.
Obrigada pela visita, volte sempre.
Beijos.
É a claridade da carne no sangue da dor.
Jorge Manuel Brasil Mesquita
Lisboa, 30/11/2010
Intenso. Muito intenso e um pouco sombrio. Um tanto diferente do que tu costumas escrever, falando da parte sombria. Uma nova fase?
Beijo
Tocante, Muito Lindo.
http://controlandominhamaluquez.blogspot.com/
Como uma dor, tocante.
profundo demais.
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