
Te confesso que não sei nada sobre alturas, precipícios e medo
Também não sei nada de flores, jardins e homens
Não sei nada dos acordes do arranjo da tua sinfonia
Nada das delicias improváveis de uma iguaria
Do abismo que se abre nesse chão
À insana vontade de me lançar
E quando o prazer da morte emerge em turbilhão
É a calmaria - da mais bela sinfonia - que me ensina a voar
Estamos a muitos metros, pés, pernas, mãos
O medo ficou pra trás
O rochedo nem se vê mais
E as curvas de nossos corpos voam
Onde o céu se funde com o azul do mar
E as notas da sinfonia soam
Nos jardins e por entre as flores
A zombar das dores
De quem não sabe amar
Então sei que nada foi em vão
Mas é preciso correr o risco
Se quiser plainar
Fechar os olhos e segurar a tua mão
Se lançar do precipício
Para aprender a voar
Também não sei nada de flores, jardins e homens
Não sei nada dos acordes do arranjo da tua sinfonia
Nada das delicias improváveis de uma iguaria
Do abismo que se abre nesse chão
À insana vontade de me lançar
E quando o prazer da morte emerge em turbilhão
É a calmaria - da mais bela sinfonia - que me ensina a voar
Estamos a muitos metros, pés, pernas, mãos
O medo ficou pra trás
O rochedo nem se vê mais
E as curvas de nossos corpos voam
Onde o céu se funde com o azul do mar
E as notas da sinfonia soam
Nos jardins e por entre as flores
A zombar das dores
De quem não sabe amar
Então sei que nada foi em vão
Mas é preciso correr o risco
Se quiser plainar
Fechar os olhos e segurar a tua mão
Se lançar do precipício
Para aprender a voar
3 comentários:
So nice!
sabe, lembrei de uma música...
O meu consolo é saber
Que onde quer que você vá
Eu vou estar com você
Na areia da praia ou no azul do mar
Pra te proteger
Perfeito.
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