Há um turbilhão de idéias instaladas/entaladas aqui. Entre o osso do peito e a garganta. Perto do quase, por um segundo, um pouco mais. Presa do outro lado da cena, observando algumas folhas de outono, logo virá o inverno. Existe a vontade e um singelo impulso, que se desfaz quando aperto os olhos. Olhos esses, que teimam em ver becos fechados, que gritam sonoramente: Não. Estou no meio de um labirínto mal construído, penso. Logo, me dou conta que ainda nem entrei. Mais parece um esconde-esconde perverso. Então pergunto: Falta muito? Onde está? Como é a saída? Vou ter sorte de encontrar o passo certo? Certezas fazem falta, mas confesso que algumas delas me incomodam, ao ponto de muitas vezes, não querê-las. Então, sem ir adiante, passo. Fica pra mais tarde (mais?), ao resolver do tempo que virá. Onde está a escada que sempre carreguei no bolso, como auxílio para horas incertas? Lembro que ela era novinha em folha. E vermelha.
7 comentários:
Olá Josi
Excelente. As vezes nos sentimos mesmo assim, num beco sem saída, tentando encontrar o rumo certo, mas nos perdemos nas encruzilhadas.
Bjux
Espero que todas nós tenhamos a sorte de realmente encontrar o passo certo!
Hô Alice... no país das maravilhas. rs
Entre o osso do peito e a garganta.
Também me sinto assim.
MTO assim.
Pessoal, a postagem foi revisada devido a alguns erros de português. Agora está ok. Desculpa. Bjos
ahaha tu é incrivel, não canso de dizer, q tu é incrivel!
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