E ela começou a fotografar. Assim poderia inventar e eternizar qualquer coisa. Teria momentos para sempre, mesmo que, somente na tela ou em folha de papel. Porque gostava de observar as miudezas do cotidiano e inventar belezas. Não era exatamente detalhista, apenas tinha prazer em dar atenção para pequena flor no cantinho da calçada ou para um velho prendedor de roupa contrastando com o azul do céu. Gostava de captar gente em ângulos desconhecidos, roubados, situações simples e sinceras. Admirava mãos, jeitos, sorrisos, tristezas, cabelos. Era feliz com a pequena-grande máquina fotográfica, em dias de sol onde a luz era perfeita ou em dias nublados quando havia perfeição em tons de cinza, pois bastava que seus olhos percebessem o exato momento.
4 comentários:
Eu espero um dia ter uma máquina para fotografar bem legal.
por enquanto, vou captando lances com o meu pequeno e simples celular.
São pessoas e lugares e momentos soltos.
Não sou bom em fotografia, apenas um admirador.
Com fotos nós podemos eternizar e inventar qualquer coisa mesmo. E isso é uma maravilha.
Beijos e abraços!
=]
Gostei do texto, fala sobre as motivações e desejos de uma jovem fotográfa.
beijos
adoro fotografias, mas quando era pequena eu tinha medo, achava q a alma ficava presa na foto. rs
bjs
Coisa boa gostar de algo assim e ver beleza nas pequenas coisas! Belo blog garotas!
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