O medo que se sentia no início era até bonito
O belo medo de ousar abrir os olhos ao inexplicável
Ao incontrolável
A primavera se anuncia
As abelhas beijam
As primeiras flores rosas
Na frondosa paineira
A cena do nosso jardim
Lembra a estação que tudo renasce
Faz com que ele lembre
Dos cabelos negros
E os olhos arredios
Contrastando com a maneira de lhe fazer rir
Nas florestas e cachoeiras e rios
Por onde andavam
Procurando naturezas
Botânica, encantos e palavras
E agora a primavera renasce
A vida desabrocha novamente
Porém ela nem vê
Há momentos em que nada importa
Se a primavera não vier de dentro
Mas isso o homem do campo não imagina
Pois se os botões já estão abertos
Ele já pode os oferecer
5 comentários:
Muitas vezes nessa primavera que vem de dentro é um outro alguém que vem e nos faz desabrochar.
Bonito o poema,primaverás sim,e terás cheiro de flor a sair de ti.
Um bjo
Erikah
Há momentos em que nada importa
Se a primavera não vier de dentro
ADOREI,muito lindo!
Cedo ou tarde, ela vem!
Bj
A vegades et deijas emportar con lagua dun río.
y de pronto recuerdas que las manos frágiles tienen el timón a dos pasos.
Pienso que la primavera es un acto de entrega de la tierra.
Hermoso poema.
Ian.
"Há momentos em que nada importa
Se a primavera não vier de dentro"
Muito bom.
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