
E como um círculo vicioso tudo se repete. Eu com as minhas perguntas sem respostas e você com as suas respostas que não cabem nas minhas perguntas. Eu penso: Verdade? Mentira? Você pergunta: Qual a diferença? Você tem razão. Mas sempre há um aperto por dentro, como se algo estivesse se perdendo. Porque, em um piscar de olhos, já é madrugada e outro dia. E como um sopro, de repente já se passou uma vida inteira, bem na nossa cara. Um amor assim, antes tão intenso e colorido, agora gratuito, devorado pela falta de esperanças, moído pelas expectativas e que ainda sobrevive meio torto, deve ser no final de tudo, um sentimento forte. Mas e daí? E agora eu pergunto pra você: Faz alguma diferença?
9 comentários:
Adorei.
Ótimo feriado.
Beijo, Mih
Procuro pela minha impressão digital.
Já gravada na pele de alguma mulher.
Pode ser que me ama, uma qualquer...
A minha resposta é triste: não faz a menor diferença.
Mas nada nos impede de desesperadamente, na ausência das respostas, INVENTÁ-LAS.
Não.. não faz diferença :/
... todo o detalhe é decisivo!
Ah...neim...dá umas porradas que tudo se acerta...pipoca com MUITO SAL é bom nos Domingos chatos...arde a boca. :D
hummm...pô...tem uns programas legais aí nesse teu blog...no meu bRógui nada era...foda - vidademerda!
Por que a gente tem essa santa mania de polemizar tudo, até as coisas bem corriqueiras e pequenas?
=\
Eu queria me livrar disso, tenho tentado.
Adorei o texto.
Um beijo.
Oi Jerônimo, qual teu blog?
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